Qua, 20 de Setembro de 2017

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Gustavo Coelho vs Andre - WOC5

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Bruce Souto vs Vinicius Bohrer - WOC 5

  Na disputa de cinturão até 77kg do War of Champions, Vi...

  • Gustavo Coelho vs Andre - WOC5

    Qui, 30 de Julho de 2015 09:53
  • Bruce Souto vs Vinicius Bohrer - WOC 5

    Qua, 29 de Julho de 2015 09:30
Entrevistas
"Pode ser meu passaporte para o exterior"
Escrito por Rafael Lavô    Seg, 17 de Outubro de 2011 15:24    PDF Imprimir E-mail

Confirmado para o dia 22 de outubro, o Jungle Fight 33, invade o Rio de Janeiro para uma disputa de cinturão entre brasileiro e peruano. O evento acontece às 21h, no Campo do Karatê e terá entrada gratuita.

Na luta principal da noite, Alexandre Pulga Pimentel duela com Diego Akita valendo o cinturão interino dos pesos penas (até 66kg). Em entrevista ao Território Tupiniquim, Pulga disse que a conquista do cinturão é a chance de dar novos rumos a sua carreira. “Já tenho um bom cartel e acredito que se ganhar um título como esse, pode ser meu passaporte para o exterior”.

Sobre a declaração de Akita que ele teria que matá-lo para conquistar o título, Pulga acredita que seu adversário deveria se expressar melhor. “Morrer é uma palavra muito forte ainda mais no nosso país, em que o MMA há muito tempo sofre preconceito. Para algumas pessoas não soa bem, mas ninguém vai precisar morrer para sair um vencedor”, declara Pulga.

Invicto com um cartel de 10 vitórias, sendo metade delas por submission procura manter o foco e fazer a estratégia no momento do combate para sair vencedor. Já o peruano que apresenta um cartel 10 lutas, conta com oito vitórias, uma derrota e um empate, vem de quatro triunfos consecutivos.

Confira a entrevista exclusiva que Pulga concedeu ao Território Tupiniquim:

Território Tupiniquim: Em 10 combates na sua carreira você ainda não perdeu. Qual a sensação de estar invicto por três anos?
Pulga: A sensação é de que o trabalho está sendo bem feito desde o começo. Graças a Deus eu tenho professores que me acompanham, os quais eu acredito muito no trabalho, assim como eles confiam muito no meu.

Você passa a ser visado mais pelos adversários?
Pulga: Normal né?! (Risos). Todo mundo quer ser o primeira a tirar essa invencibilidade, mas procuro não pensar nisso e continuar treinando forte!

Território Tupiniquim:Sua próxima luta acontece pelo cinturão do Jungle Fight 33, como está sua preparação para a luta?
Pulga: Graças a Deus estou treinando todos os fundamentos, inclusive a parte psicológica e a preparação, a última está sendo feita há quase três meses. Então, eu tenho certeza que vou estar na minha melhor forma. Pronto para poder apresentar o meu melhor dentro do ringue.

Território Tupiniquim: Faltando uma semana para a luta como estão seus treino? Ou está apenas descansando para a luta?
Pulga: Mantenho-me treinando sempre, estou tentando agora aprimorar a técnica...

Território Tupiniquim: Você conhece o seu adversário, Diego Akita?
Pulga: Agora o conheço bem (Risos). Vi que ele é um lutador completo em todos os requisitos, sei também que tem um coração de guerreiro, então me preparei muito. Pois, sei q será uma guerra lá dentro.

Território Tupiniquim: Akita falou que você terá que matá-lo para conseguir o cinturão. Qual é a estratégia para bater Akita? Levar a luta para o chão e finalizar?
Pulga: Sei bem o q ele quis dizer com isso. Ele esta com muita vontade de vencer também, mas acho que “morrer” é uma palavra muito forte ainda mais no nosso país, em que o MMA há muito tempo sofre preconceito. Para algumas pessoas não soa bem, mas ninguém vai precisar morrer para sair um vencedor. Minha estratégia eu faço na hora em que estiver lutando, por isso que treino exaustivamente.

Território Tupiniquim: Para você o que significa conquistar o título do Jungle, um dos eventos mais conceituados da América latina. É abrir portas para grandes eventos do exterior?
Pulga: Não tenho dúvidas... Já tenho um bom cartel e acredito que se ganhar um título como este, pode ser meu passaporte para o exterior.

Última atualização ( Seg, 17 de Outubro de 2011 15:30 )
 
Sapo fala da importância de sua primeira vitória no UFC
Escrito por Rafael Lavô    Qua, 12 de Outubro de 2011 11:11    PDF Imprimir E-mail

O contagense Rafael “Sapo” Natal é um dos poucos lutadores mineiros no octógono mais famoso do mundo, ao lado de Rousimar “Touquinho” Palhares da cidade de Dores do Indaiá. Sapo fez sua estreia no UFC em 2010 contra o americano Rich Attonito, pelo UFC - UFC Fight Night 22, perdendo por decisão unânime. Em dezembro do mesmo ano, pelo UFC 124, teve sua segunda chance, onde encarou o canadense Jesse BongFeldt. Deu empate. Já o ano de 2011 a história mudou, encontrou o caminho da vitória, batendo o americano, Paul Bradley por decisão dos juízes. Na entrevista ao Território Tupiniquim, Sapo fala da felicidade que foi sua vitória no UFC e que o mercado mineiro para o MMA promete muito.

Território Tupiniquim: No UFC 138 será testado as lutas de cinco rounds de cinco minutos, mas sem disputa de cinturão. Na sua opinião, acredita que as lutas irão melhorar ou cairão de qualidade? Essa iniciativa pode ser uma maneira de acabar com os erros de juízes no final das lutas?
Rafael Sapo: Acho que e uma boa ideia, todo lutador antes de ser promovido a lutar pelo cinturão tem que ser submetido a lutar cinco rounds. É uma forma dele mostrar que realmente está capacitado a lutar pelo título. Acho que se todas as lutas fossem de cinco rounds não seria legal nem paro o lutador nem paro o público, ficaria cansativo, somente aquele que está a uma luta de lutar pelo cinturão deveria ser submetido a isso. Quanto a acabar com os erros dos juízes acho difícil, mesmo com cinco rounds os erros podem acontecer. 

TT: Qual foi a sensação de vencer pela primeira vez no octógono mais famoso do mundo, contra o americano Paul Bradley, no UFC 133?
Sapo: Foi maravilhoso uma experiência única, minha família, amigos, treinadores, alunos e eu e claro (risos) merecíamos essa vitória.

TT: Sua especialidade é o jiu-jitsu, hoje muitos lutadores brasileiros têm dificuldades contra wrestler e você tem 74% de defesa de takedown segundo o UFC. Esse resultado é um trabalho a parte que você foca mais, para enfrentar os americanos?
Sapo: Com certeza sempre treinei muito wrestler, desde a época em que eu morava no Brasil. O mestrão Draculino sempre nos forçava a treinar as quedas e as defesas. Aqui em NY temos um ótimo treinador que é o Mario Mercado e procuro treinar com ele em média duas vezes por semana. 

TT: Já tem data marcada para a sua próxima luta? Ou só veremos o Sapo no octógono em 2012?
Sapo: Não tenho nada marcado ainda mais o UFC ja sabe que estarei pronto para lutar de dezembro para frente. Agora é treinar e esperar.

TT: Tem algum lutador em especial que você gostaria de enfrentar na sua próxima luta?
Sapo: Não ninguém em especial, apenas quero muito lutar independente com quem seja.

TT:Você é um dos poucos lutadores mineiros no UFC. Como você vê o mercado de lutadores mineiros no MMA?
Sapo: Temos um mercado muito farto em Minas, tenho certeza que em torno de um ou dois anos teremos muitos outros representantes mineiros lutando no UFC.

Gostaria de agradecer primeiramente a DEUS e, claro, aos meus familiares, professores, alunos e amigos por sempre acreditarem em mim, estou sempre treinando muito e procurando melhorar dia após dia, para representar bem o nosso país, e muito obrigado aos meus patrocinadroes Anjo Azu, Pintou Novidades, Buganville Fashion e Anjo Vip que me ajudam desde o início da minha carreira e a vocês (Território Tupiniquim) por estarem me dando esse espaço e engrandecendo o nosso esporte.

Última atualização ( Qua, 12 de Outubro de 2011 11:58 )
 
Cleiton encara campeão de Kickboxing
Escrito por Sandro de Campos    Ter, 11 de Outubro de 2011 11:10    PDF Imprimir E-mail

O Território Tupiniquim esteve na Academia FullHouse (Gracie BH) do Professor Eduardo Lopes, entrevistando o lutador profissional de Muai-Thay e MMA Cleiton Silva Predador que enfrenta o campeão Mundial de Kickboxing, Juliano, pela categoria médio (até 84kg), no dia 15 deste mês, próximo sábado, na cidade de Luz, em Minas Gerais. A luta acontecerá num ringue, como os eventos realizados pela antiga Organização Japonesa, o Pride FC.

Cleiton Predador, como é conhecido entre seus amigos e alunos, com apenas 25 anos já tem muita história para contar. Organizador do evento mineiro Fight Champion K-1 (cobertura exclusiva do Território Tupiniquim) juntamente com seu parceiro China, revela que já praticou diversas modalidades de artes marciais que vão desde o Karatê, Kung-fu, Karajuca, Muai-Thay até o MMA,onde atualmente realiza lutas profissionais. Detalhe, Predador está invicto no MMA e sonha alto quando é perguntado sobre suas pretensões no esporte.

Em sua bagagem, traz títulos importantes como: Bi-Campeão de Muai-Thay pela Interstyllos (2007 e 2008), Campeão Nacional de K1 em 2009, Campeão do Brasil Fight (evento profissional de MMA realizado em Belo Horizonte) e está invicto há cinco anos nas competições realizadas pela Federação Mineira de Esportes de Contato.

No momento, Cleiton luta MMA na categoria médio (até 84 kg) e diz não ter dificuldades nenhuma para perder peso e lutar mais leve, pelo contrário, sente-se confortável, mais forte e mais veloz. Já tendo inclusive, lutado em várias categorias: meio pesado (até 93 Kg), pesado (acima de 93 kg) e até categoria super-pesado (até 120Kg) onde nocauteou seu adversário no 2° round.

Confira abaixo a perguntas que Cleiton Silva Predador respondeu com EXCUSIVIDADE ao site do Território Tupiniquim.

Território Tupiniquim – O que te levou a praticar artes marciais e desde quando pratica ?
Cleiton Silva  "Predador" – Comecei com nove anos de idade e a história foi até engraçada. Minha professora do primário puxou minha orelha literalmente, pois era muito hiperativo e no momento de explosão, joguei o material dela pela janela. Minha mãe foi chamada na escola e como forma de castigo, acabei indo morar com meu tio. Chegando lá vi uma roupa diferente pendurada na parede. Perguntei a ele: que roupa é esta? Respondeu que era um quimono de karatê e que se eu quisesse podia me levar para conhecer a academia e ver como eram as aulas. Foi então que conheci Donizete, meu primeiro professor de karatê, na época faixa marrom. Depois de algum tempo tive a oportunidade de conhecer outras modalidades: conheci o Karajuca, Kung-fu até chegar ao Muai-Thai, onde treinei com o Mestre Japão e atingi a marca de 25 vitórias em apenas  ano.

TT – Quando foi sua primeira luta como profissional?
CSP – Minha primeira luta como profissional foi no Muai-Thay com apenas 18 anos. Meu Mestre recebeu uma ligação de um promotor que procurava um lutador peso pesado (até 120 Kg) para encarar um adversário experiente inclusive. Topamos o desafio e vencemos a luta, com nocaute no 2° round.

TT – O que te levou a transição para o MMA? Como foi este processo?
CSP – Conheci muitas pessoas no mundo da luta, dentre elas, o CHINA, que faz um trabalho de descobrir novos lutadores em várias academias e também realiza eventos. Ele veio com uma proposta para começarmos a realizar algumas lutas de MMA. No início foi muito difícil, pois estava acostumado apenas com luta em pé, não sabia nada de chão. No primeiro mês de treino, achei horrível, pois apanhava todo dia. Um cara bem mais leve, com 60 quilos conseguia me botar pra baixo fácil e eu não conseguia sair desta posição incomoda de jeito nenhum. Foi então que conheci a Academia FullHouse, do Mestre Eduardo Lopes (Gracie BH) e que mudou minha visão completamente do esporte. Ali, vi que todas as artes marciais são importantes no MMA, até mesmo a capoeira, que chamamos de dança, acaba trazendo benefícios nas lutas.

TT – Sobre seu próximo desafio, você tem alguma informação sobre o seu adversário, conhece o estilo dele, viu algum vídeo?
CSP – Conheço pouco do meu adversário, assisti alguns vídeos de Kickboxing e às informações que chegaram é que ele foi Campeão Mundial de Kickboxing na categoria amadora, que treina na Academia Pantera Negra e que sabe de Jiu-Jitsu. Nestes vídeos deu pra ter uma noção da base do Muai-Thay dele, mas chão mesmo muito pouco.

TT – Em cima destas informações colhidas, sua equipe já traçou uma estratégia para a luta?
CSP – Não mexemos em nada não, nossa estratégia continuará a mesma, buscaremos o nocaute a todo instante, se for para lutar em cima, lutaremos em cima, se for para o chão, da mesma forma. Estamos prontos para o que der e vier.

TT – Há quanto tempo está se preparando para este combate?
CSP – Estamos focados nesta luta há aproximadamente um mês e meio.

TT – Conta um pouco sobre este processo de preparação, qual sua rotina?
CSP – Treinamos quase todos os dias. Começamos cedo, pela manhã revezo um dia treino musculação específica com o professor Rafael na Federal (Universidade Federal de Minas Gerais) e no outro treino a preparação física no CT do “The Rock”, Fred Bad Boy. Meio-dia começa o treino MMA na FullHouse e a noite treino Muai-Thay na academia onde dou aula.

TT – Faltando poucos dias para a luta, os treinos ficam mais pesados, se intensificam?
CSP – Não, nesta reta final, faltando apenas uma semana para a luta, o negócio é descansar para o rendimento aumentar durante o combate.

TT – E o futuro, o que podemos esperar do Cleiton Silva Predador?
CSP – Após este evento em Luz, já temos mais dois desafios em vista. O primeiro deles será dia 9 de dezembro deste ano, o “FULL HOUSE FIGHT NIGHT”, que será realizado em Belo Horizonte. O outro estamos fechando através do Assessor de Imprensa da FullHouse, Rafael Abrantes (Tapout) participar do WOCS, que será realizado em Teresópolis, Rio de Janeiro. Quem sabe um dia chegarmos onde todo lutador profissional deseja, lutar no UFC (Ultimate Fight Championship).









Última atualização ( Qua, 12 de Outubro de 2011 09:51 )
 
Mário Yamasaki comenta lutas polêmicas do UFC
Escrito por Rafael Lavô    Sáb, 08 de Outubro de 2011 13:47    PDF Imprimir E-mail

O experiente árbitro do UFC Mário Yamasaki, em entrevista EXCLUSIVA ao Território Tupiniquim, conta do seu projeto de profissionalização dos árbitros que, para ele é essencial. Mário também comenta algumas lutas polêmicas como a mais recente entre Dan Henderson e Fedor, e revela que no Japão muitas lutas já forma forjadas.

No UFC 138 será testado as lutas sem valer cinturão de cinco rounds de cinco minutos, qual a sua opinão sobre isso?
Eu acho que será legal, pois dara mais chance ao lutador de poder virar a luta, e poder usar mais suas técnicas e estratégias.

Você acredita que as lutas irão melhorar ou cairão de qualidade?
Tudo é relativo. Se a escolha dos adversários for má teremos uma luta sem graça e demorada. Logo, dependerá de quem são os lutadores...

Essa iniciativa pode ser uma maneira de acabar com os erros de juízes no final das lutas?
Não acredito que isso mudaria muito essa polêmica, pois você pode mudar ou adicionar as regras, mas se o Juiz não souber o que esta fazendo ou olhando, não importa a regra: ele vai errar 

Muito se questiona que alguns árbritos interrompem a luta antes, para você qual é a hora certa para interromper uma luta?
Muita gente reclama de fora. Quero ver estar lá dentro e ter de decidir em segundos o que fazer e ter um caminhão atrás dando pontapés e murros em cima do adversário. A hora certa de parar a luta é quando o adversário está sem noção de defesa e não consegue se proteger inteligentemente. Nós Juizes precisamos tomar a decisão ali na hora, não existe replay.

Você acredita que a profissionalização dos arbitros ajudaria a melhorar os resultados e não fazer com que muitos jurados deem resultados escandalosos?
Sim, a profissionalização é algo inevitável e necessária.

Inclusive essa profissionalização é um de seus projetos?
Ministrarei meu primeiro curso de profissionalização para árbitros no Brasil e com o selo de aprovação da comissão Atlética Americana no final do mês de novembro ou começo de dezembro. A ideia é ajudar os aspirantes a árbitros a melhorarem e serem mais éticos nas decisões das lutas, uma vez que temos de ser neutros e imparciais.

Uma luta valendo cinturão é diferente de arbitrar de uma que não vale?
Sim, e não, pois luta é luta. É preciso saber administrar a pressão dos fãs para não nos atrapalharmos. É como jogar pela seleção brasileira: todo mundo quer estar lá, mas quando o sonho se torna realidade ele muda, tanto para bem como para mal.

Qual a diferença da orientação dos arbitros no extinto Pride FC e nos eventos de hoje? Pois, em algumas lutas visivelmente alguns lutadores apagavam e voltavam para a luta, sem que o árbitro interrompesse.
Japão não é referência de MMA, pois lá tiveram muitas lutas questionáveis e forjadas.

Se a luta entre o Minotauro Nogueira e Bob Sapp acontecesse hoje ela poderia ter outro resultado?
Acho que não, o Minotauro é um guerreiro e o Sap grande. Tudo pode acontecer, iria depender dos treinos de cada um.

Qual a melhor luta que você já arbitrou?
Para mim, foi a luta do Anderson x Belfort. Mas gosto de todos, pois já arbitrei lendas do MMA, fazendo história!

Fizemos uma seleção de algumas lutas que criaram polêmica devido a intervenção do juiz ou não do árbrito, gostaria que você comentasse se foi correta ou não:

Dan Henderson Vs. Fedor
Corretíssimo! o Fedor apagou e depois acordou com um outro soco, mas o Hearb ja estava entrando para parar quando ele apagou, (talvez o Fedor conseguisse se recuperar na luta, mas e se ele não tivesse acordado de volta?). Vocês se lembram da luta do Henderson x Bispin? O soco que ele deu depois que o Bispin estava apagado?

José Aldo Vs. Mark Homminick (Devido ao inchaço na teste de Mark, deveria ser interrompida?)
Não, a decisão é médica e não do árbitro. Uma vez que ele chama o médico para dentro do octógono para checar, a decisão e responsabilidade são do médico.

Frank Mir Vs. Tim Sylvia (Lesão no braço)
Outra vez, arbitragem perfeita do Hearb. O braço do Sylvia quebrou fazendo o Juiz parar a luta e não deixar o Sylvia continuar (ele queria continuar pelo efeito da adrenalina, mas o Juiz agiu certo e não deixou).

Murilo Bustamante Vs. Matt Lindland
Pelo que eu me lembro, o Juiz errou ao voltar a luta, pois eu achei que ele bateu, mas no final deu tudo certo: vitória do Bustamante.

 
"Com certeza 2012 é o nosso ano no UFC"
Escrito por Rafael Lavô    Qui, 06 de Outubro de 2011 18:04    PDF Imprimir E-mail

Natural de Campinas, São Paulo, Cassiano Ricardo Castanho de Freitas, conhecido como Cassiano Tytshyo, conta com um cartel de 32 lutas no MMA, sendo 22 vitórias e 10 derrotas. Sua estreia no MMA foi contra Fábio Cesar, pelo Storm Samurai 11. Em que ele venceu por submission.

Sua próxima luta será pela cinturaõ do WFE Platinum 11, contra o atual campeão Edilberto Crocotá. Cassiano fala sobre sua próxima luta e do desejo de pisar no octógono mais famoso do mundo, o UFC.

Como está a preparação para encarar o campeão meio médio do WFE, Edilberto Crocotá?
Toda a minha preparação é feita na Chute boxe dentro do Programa Chute Boxe Imortal, volto dia 03 de outubro para imersão do trabalho sob o comando do M. Nilson Castro, hoje o melhor treinador de MMA da atualidade.

O que você espera da luta? Qual a estratégia para enfrentar o Crocotá?
A luta com o Crocotá é uma disputa de cinturão, são 5 rounds, vai ser uma luta dura e longa, acredito eu. Geralmente a estratégia é elaborada pelo grupo, visando o melhor desempenho do lutador.

Você vem de três vitórias seguidas, como está o emocional para lutar pelo cinturão?
Luto desde os meus 4 anos de idade Judô, Jiu-jitsu, Submission e agora MMA, então o meu lado psicológico se acostumou com essa energia. Fico tranquilo e só penso no que tenho de fazer colado com a minha preparação.

Para você tem alguma diferença pegar um lutador que já passou pelo UFC?
Sem dúvida são lutadores com um grande diferêncial, pois, já representaram o nosso país no maior evento do mundo.

Como foi participar da campanha "We want Cassiano Tyschyo in UFC Rio"? Existe algum contato com o UFC ou com outro evento fora do Brasil?
No momento e na oportunidade temos somente interesse no UFC, o contato é permanente, o plano de Gerenciamento de Carreira do Grupo Chute Boxe, tem a preocupação de que o lutador não só vá para o UFC e sim que permaneça nele.

Durante a campanha você esteve com pessoas importantes desse meio, surgiu alguma oportunidade?
Na verdade a campanha teve o objetivo de chamar a atenção da mídia, não só para o meu caso, mas para mostrar que promessas por todo o país estavam a disposição para representar o Brasil.

Em 2012 o que podemos esperar de Cassiano?
Realmente agora o desejo precisa se concretizar e com certeza 2012 é o nosso ano no UFC.

Última atualização ( Qui, 06 de Outubro de 2011 18:21 )
 


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